terça-feira, agosto 23, 2005
O Paraná quer ser fashion
Durante os dias 23 a 25 de agosto acontece em Maringá a 5ª. Edição do Paraná Fashion, com o tema “a moda muda o olhar”, que este ano reúne 12 grifes e 8 estilistas, para o tema deste ano, acho que somente os estilistas poderão fazer a diferença na hora de mudar o olhar, pois as grifes irão colocar na passarela somente a roupa comercial, o sentido conceitual da roupa fica somente para os estilistas.
Os estilistas estão cumprindo seu papel de mudar o olhar, colocando na passarela peças conceituais, aqueles que são feitas somente para os desfiles, não são colocados a venda nas lojas, estas peças tem o dever de passar para o público a idéia dos estilistas, fazendo com que o público entre na história em que foi feita e inspirada a coleção, destes desfiles tiramos modelos, cortes, texturas e cores que estas sim irão para as lojas.
Estas coleções mudaram o olhar porém copiaram as tendências nacionais, as mesmas que foram apresentadas no São Paulo Fashion Week, assim a moda muda olhar porém não coloca o Paraná como estado da moda pois não é feito nada de diferente do resto do Brasil.
Todas as coleções trouxeram as mesmas tendências, tecidos, cores, modelagens, e as inspirações foram na linha dos estilistas do São Paulo Fashion Week, apresentaram-se os estilistas: Ronaldo Silvestre, que apresentou a tendência do sensual com cores fortes, tecidos leves e silhueta justa; a estilista Joana Valin, que apresentou uma coleção bicolor somente preto e branco que tinham a silhueta justa e tecidos estruturados; Solange Felix Sá, inspirou-se na cultura japonesa colocando roupas justas e tecidos básicos como malha, jeans e tricoline, o melhor da noite ficou por conta de Fabio Bartz que trouxe uma coleção estilo brasileiro, tecidos floridos e coloridos, cores verde e amarelo, tecidos leves e estruturados.
Todos podem ter colocados coleções boas na passarela, porém continua na mesmice nacional, feijão e arroz para todos comprarem, desta forma não vejo como o Paraná pode ser fashion, pelo menos tenta, já conseguiram mudar um pouco o olhar.
Os estilistas estão cumprindo seu papel de mudar o olhar, colocando na passarela peças conceituais, aqueles que são feitas somente para os desfiles, não são colocados a venda nas lojas, estas peças tem o dever de passar para o público a idéia dos estilistas, fazendo com que o público entre na história em que foi feita e inspirada a coleção, destes desfiles tiramos modelos, cortes, texturas e cores que estas sim irão para as lojas.
Estas coleções mudaram o olhar porém copiaram as tendências nacionais, as mesmas que foram apresentadas no São Paulo Fashion Week, assim a moda muda olhar porém não coloca o Paraná como estado da moda pois não é feito nada de diferente do resto do Brasil.
Todas as coleções trouxeram as mesmas tendências, tecidos, cores, modelagens, e as inspirações foram na linha dos estilistas do São Paulo Fashion Week, apresentaram-se os estilistas: Ronaldo Silvestre, que apresentou a tendência do sensual com cores fortes, tecidos leves e silhueta justa; a estilista Joana Valin, que apresentou uma coleção bicolor somente preto e branco que tinham a silhueta justa e tecidos estruturados; Solange Felix Sá, inspirou-se na cultura japonesa colocando roupas justas e tecidos básicos como malha, jeans e tricoline, o melhor da noite ficou por conta de Fabio Bartz que trouxe uma coleção estilo brasileiro, tecidos floridos e coloridos, cores verde e amarelo, tecidos leves e estruturados.
Todos podem ter colocados coleções boas na passarela, porém continua na mesmice nacional, feijão e arroz para todos comprarem, desta forma não vejo como o Paraná pode ser fashion, pelo menos tenta, já conseguiram mudar um pouco o olhar.