segunda-feira, janeiro 23, 2006
Especial: 4° e 5° dia de São Paulo Fashion Week
4° dia:
Fause Haten (feminino)
As modelagens da década de 50 e a arte contemporânea são o pano de fundo para a coleção, que utiliza as figuras de Kara Walker para estampar suas roupas, a marca segue no seu estilo de festa, as roupas vem com cinturas marcadas por cintos largos de couro marrom, o volume e a silhueta seca invadem a mesma peça, os vestidos curtos e longos vem nos modelos tomara-que-caia ou com mangas, os tecidos são os mais nobres como a renda, tafetá, tule de seda e cetim, além disso as roupas vem com bordados de cristais.

Pedro Lourenço
O estilista propõe vários estilos dentre roupas vitorianas, cortes alfaiataria, peças românticas e peças masculinas, assim peças como mantos, casacos e vestidos ganham um ar elegante, o couro aparece novamente na versão sexy e acompanha as estampas em florais.

Ronaldo Fraga
“É festa no céu” para o estilista que apresentou o volume de tops contrastando com as formas justas de calças e blazers, teve também vestidos com volume balonê e pelerines com recorte de folhas, a cartela de cores é escura com preto e roxo e estampa de florais além de bordados em alto relevo e aplicações de flor de lótus.

Huis Clos
A marca sempre aposta no chic para a estação apresenta a roupa para o inverno tropical do Brasil, onde somente um casaco basta, as calças e tops entram em cena e podem virar uma peça única, se o top ficar por dentro da calça estes viram um macacão, os volumes entram em saias e vestidos rodados, mas aparecem saias reta, calças e tops secos, a cartela de cores é básica e fica com bege, preto, cinza e branco.

Alexandre Herchcovitch (masculino)
Para a coleção masculina o estilista inspira-se nos príncipes da Índia e Inglaterra e traz um pouco das roupas femininas para a masculina, a inversão de roupas está presente em grande parte dos desfiles, a silhueta vem curta e justa, a alfaiataria de faz presente nos blazers e une-se ao patchowork, ele trouxe para a passarela o tênis iate, cinto de couro com fivela de metal com a caveira, sua marca registrada, o micro pulôver com capuz, casacos com grandes botões de metal, a jaqueta pefecto e seu modelo trech-coat, a estampa de correntes e ainda colocou tecidos metálicos e xadrez.

Caio Gobbi
Piratas e vampiros na década de 80 serviram de pano de fundo para as coleções com cara de noite do estilista, a moda streetwear aparece escura nos tons de preto, roxo e vermelho, mas contrastam com o branco, os símbolos que estampam as peças são de piratas, as proporções são muito curtas ou muito longas, ele ainda trabalha a alfaiataria no jeans, destaque para o tênis Puma por Caio Gobbi todo de jeans.

André Lima
Os estilista sai da obrigação da roupa pesada do inverno e lança uma coleção leve com muitos vestidos longos e soltos, muita estampa que representam as várias culturas mundiais, dentre elas a China e a África, tudo com inspirações nas décadas de 80, a coleção vem em tecidos como jaquard de seda e tricô.

Osklen
A marca segue para a Índia e propõe um inverno com formas justa e volumes no mesmo look, a marca aposta no inverno rigoroso e apresentou parkas, casacos, vestidos, macacões e calças nas cores cru, preto e cinza, os tecidos escolhidos foram o suede, seda, couro e lã fria. As estampas ficam com flores gigantes e o tricô de ponto grosso retorna.

5° dia:
Glória Coelho
Com o nome de “Diamante Negro” a estilista trás um inverno com inspirações na moda masculina através do bolso faca e corte a fio, e assim fica um roupa prática e urbana, com mantôs, vestidos, bloomers (shorts tipo balône), trench-coats, tailleurs, jaquetas e saias, o preto dominou o desfile e veio acompanhado por branco, cinza, rosa, marrom e estampas de teddy bear, o acabamento em viés apareceu junto com os bordados de cristais.

Lorenzo Merlino
Os pontos fracos da cidade viraram inspiração para o estilista que em suas criações colocou muito zíper, recortes, dobraduras, tramas de retalhos com números de senha, cintos feitos de faixa de separação de fila e para as cores ele escolheu o preto, cinza, roxo e branco.

Raia de Goeye
O corte alfaiataria entrou em algumas peças e contrapõe com as saias godês, batas e túnicas curtas, calças e peças com aplicação de pérolas, os vestidos longos aparecem em tecidos masculinos, além de camisetas de manga longa e de gola rulê, a cartela de cores é composta por preto, marrom e verde-musgo.

Fause Haten (masculino)
Maria Rita canta no desfile e o surrealismo invade a passarela, a cartela de cores fica com preto e branco, a partir daí aparecem calças costumes e camisas, o jeans aparece detonado junto com a camisa smoking em índigo blue, os paletós aparecem com gola dupla, as calças com trabalhos do dobradura, os sapatos com pespontos e a calça de moleton com corte reto.

Samuel Cirnansck
As assassina profissionais serviram de inspiração para o estilista e assim mostrou um mulher com silhueta justa, curta e acinturada, o volume apareceu pouco, as roupas de noite tomaram a maior parte do desfile, assim decotes, penas, plumas e rendas formavam o visual noite, outros tecidos usados foram o jeans escuro e o couro de avestruz (o couro de avestruz é da Strut de Maringá).

Erika Ikezili
Inspirada nos provérbios bíblicos a estilista escolheu formas justas e peças simples como calças, saias, vestidos e jaquetas tudo com corte alfaiataria, e tudo muito leve e simples, na cartela de cores tem metálicos, vermelho, bege e uma estampa de floral, além da renda que entra nos vestidos.

Lino Villaventura
Na ópera de Lino explode cores, toda a coleção é feminina através de vestidos coloridos e cheios de tiras de cetim de várias cores, drapeados, plissados e repuxados, ou vestidos tie-dye do azul para o cinza. Os tecidos dão o devorê, seda e jaquard.

* Fotos de cada grife citada / Crédito: Divulgação – Agência Fotosite no site SPFW.
Fause Haten (feminino)
As modelagens da década de 50 e a arte contemporânea são o pano de fundo para a coleção, que utiliza as figuras de Kara Walker para estampar suas roupas, a marca segue no seu estilo de festa, as roupas vem com cinturas marcadas por cintos largos de couro marrom, o volume e a silhueta seca invadem a mesma peça, os vestidos curtos e longos vem nos modelos tomara-que-caia ou com mangas, os tecidos são os mais nobres como a renda, tafetá, tule de seda e cetim, além disso as roupas vem com bordados de cristais.

Pedro Lourenço
O estilista propõe vários estilos dentre roupas vitorianas, cortes alfaiataria, peças românticas e peças masculinas, assim peças como mantos, casacos e vestidos ganham um ar elegante, o couro aparece novamente na versão sexy e acompanha as estampas em florais.

Ronaldo Fraga
“É festa no céu” para o estilista que apresentou o volume de tops contrastando com as formas justas de calças e blazers, teve também vestidos com volume balonê e pelerines com recorte de folhas, a cartela de cores é escura com preto e roxo e estampa de florais além de bordados em alto relevo e aplicações de flor de lótus.

Huis Clos
A marca sempre aposta no chic para a estação apresenta a roupa para o inverno tropical do Brasil, onde somente um casaco basta, as calças e tops entram em cena e podem virar uma peça única, se o top ficar por dentro da calça estes viram um macacão, os volumes entram em saias e vestidos rodados, mas aparecem saias reta, calças e tops secos, a cartela de cores é básica e fica com bege, preto, cinza e branco.

Alexandre Herchcovitch (masculino)
Para a coleção masculina o estilista inspira-se nos príncipes da Índia e Inglaterra e traz um pouco das roupas femininas para a masculina, a inversão de roupas está presente em grande parte dos desfiles, a silhueta vem curta e justa, a alfaiataria de faz presente nos blazers e une-se ao patchowork, ele trouxe para a passarela o tênis iate, cinto de couro com fivela de metal com a caveira, sua marca registrada, o micro pulôver com capuz, casacos com grandes botões de metal, a jaqueta pefecto e seu modelo trech-coat, a estampa de correntes e ainda colocou tecidos metálicos e xadrez.

Caio Gobbi
Piratas e vampiros na década de 80 serviram de pano de fundo para as coleções com cara de noite do estilista, a moda streetwear aparece escura nos tons de preto, roxo e vermelho, mas contrastam com o branco, os símbolos que estampam as peças são de piratas, as proporções são muito curtas ou muito longas, ele ainda trabalha a alfaiataria no jeans, destaque para o tênis Puma por Caio Gobbi todo de jeans.

André Lima
Os estilista sai da obrigação da roupa pesada do inverno e lança uma coleção leve com muitos vestidos longos e soltos, muita estampa que representam as várias culturas mundiais, dentre elas a China e a África, tudo com inspirações nas décadas de 80, a coleção vem em tecidos como jaquard de seda e tricô.

Osklen
A marca segue para a Índia e propõe um inverno com formas justa e volumes no mesmo look, a marca aposta no inverno rigoroso e apresentou parkas, casacos, vestidos, macacões e calças nas cores cru, preto e cinza, os tecidos escolhidos foram o suede, seda, couro e lã fria. As estampas ficam com flores gigantes e o tricô de ponto grosso retorna.

5° dia:
Glória Coelho
Com o nome de “Diamante Negro” a estilista trás um inverno com inspirações na moda masculina através do bolso faca e corte a fio, e assim fica um roupa prática e urbana, com mantôs, vestidos, bloomers (shorts tipo balône), trench-coats, tailleurs, jaquetas e saias, o preto dominou o desfile e veio acompanhado por branco, cinza, rosa, marrom e estampas de teddy bear, o acabamento em viés apareceu junto com os bordados de cristais.

Lorenzo Merlino
Os pontos fracos da cidade viraram inspiração para o estilista que em suas criações colocou muito zíper, recortes, dobraduras, tramas de retalhos com números de senha, cintos feitos de faixa de separação de fila e para as cores ele escolheu o preto, cinza, roxo e branco.

Raia de Goeye
O corte alfaiataria entrou em algumas peças e contrapõe com as saias godês, batas e túnicas curtas, calças e peças com aplicação de pérolas, os vestidos longos aparecem em tecidos masculinos, além de camisetas de manga longa e de gola rulê, a cartela de cores é composta por preto, marrom e verde-musgo.

Fause Haten (masculino)
Maria Rita canta no desfile e o surrealismo invade a passarela, a cartela de cores fica com preto e branco, a partir daí aparecem calças costumes e camisas, o jeans aparece detonado junto com a camisa smoking em índigo blue, os paletós aparecem com gola dupla, as calças com trabalhos do dobradura, os sapatos com pespontos e a calça de moleton com corte reto.

Samuel Cirnansck
As assassina profissionais serviram de inspiração para o estilista e assim mostrou um mulher com silhueta justa, curta e acinturada, o volume apareceu pouco, as roupas de noite tomaram a maior parte do desfile, assim decotes, penas, plumas e rendas formavam o visual noite, outros tecidos usados foram o jeans escuro e o couro de avestruz (o couro de avestruz é da Strut de Maringá).

Erika Ikezili
Inspirada nos provérbios bíblicos a estilista escolheu formas justas e peças simples como calças, saias, vestidos e jaquetas tudo com corte alfaiataria, e tudo muito leve e simples, na cartela de cores tem metálicos, vermelho, bege e uma estampa de floral, além da renda que entra nos vestidos.

Lino Villaventura
Na ópera de Lino explode cores, toda a coleção é feminina através de vestidos coloridos e cheios de tiras de cetim de várias cores, drapeados, plissados e repuxados, ou vestidos tie-dye do azul para o cinza. Os tecidos dão o devorê, seda e jaquard.

* Fotos de cada grife citada / Crédito: Divulgação – Agência Fotosite no site SPFW.