segunda-feira, outubro 17, 2005

 

Bolsa: é impossível ter uma só!


Ela une o útil ao belo. Pode ser grande, pequena, colorida, discreta, de linha ou de couro. A bolsa é um acessório indispensável para ir ao supermercado, faculdade, trabalho, festa, ou seja, em qualquer ocasião. A maioria dos homens pensa que é frescura, mas a bolsa é uma companheira fiel da mulher capaz de guardar inúmeros objetos como documentos, dinheiro, cartões, cheques, celular, agenda telefônica, absorvente, preservativo, escova de dente e cabelo, comprimido para dor de cabeça, e é claro, um estojo de maquiagem com direito a corretivo, lápis, rimel, pó e batom.

Desde o início dos tempos, os povos primórdios já retratavam uma série de símbolos em suas pinturas rupestres com imagens femininas com bolsas penduradas. Mas na Idade Antiga a bolsa foi utilizada principalmente por homens para carregar alimentos e dinheiro. A bolsa dessa época era feita de couro e podia ser usada na cintura, nos ombros ou na sela dos animais e se chamava “Alforje”.

A bolsa começou a fazer sucesso na Idade Média. Ela era pequena e guardava rendas, materiais de costura, remédios, leques, tabaco, chaves e escova de cabelo. Assim como na Idade Antiga, os homens continuaram a usar bolsas, que eram maiores e serviam para guardar documentos importantes.

Já no século 16 a procura pela bolsa era tanta que começaram a surgir inúmeras confecções especializadas em toda Europa. Com o aumento de confecções, modelos maiores de bolsas foram criados, e as mulheres passaram a levar um maior número de objetos além dos espelhos, sais de cheiro e bebidas.

No final do século 19, a bolsa que estava na moda era a “chatelaines”, uma bolsa pequena e delicada usada na cintura. A bolsa ficou famosa na princesa Alexandra, da Dinamarca.


Com a industrialização, o mundo passou a ser rodeado de bolsas dos mais variados modelos, feitas de diversos materiais para agradar aos diversos estilos. As peles de animais como bezerro, foca, leão marinho, lagarto e crocodilo eram as mais usadas na fabricação de bolsas.

Mas é no século 20 que a bolsa conquista seu espaço de acessório fundamental no vestuário feminino. A bolsa torna-se parte integrante da roupa da mulher, e em muitos casos, as mulheres escolhem a roupa que combine com a bolsa, e não uma bolsa que combine com a roupa. Para atender esta tendência, surgiram grifes especializadas em bolsas, como Louis Vuitton, Prada e Fendi. As grifes de alta-costura como Dior, Chanel e Gucci também produzem bolsas. Estes famosos nomes oferecem as bolsas mais caras e cobiçadas do mundo, transformando a bolsa em símbolo de status social.

Existem milhares de marcas, modelos, cores e tamanhos de bolsas espalhadas pelo mundo, e é possível até criar uma em casa. Entre tantas vantagens que a bolsa oferece como carregar aqueles inúmeros objetos, dar um “toque” especial às roupas, existe uma única desvantagem na bolsa: é impossível ter uma só!


*Texto de Fernanda Sordi

*Fotos retiradas dos sites Raffaello e Terra.

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